
1. Gases de efeito estufa atingem níveis recordes na atmosfera
A Organização Meteorológica Mundial (OMM) destacou, em junho de 2026, que as concentrações de dióxido de carbono (CO₂), metano (CH₄) e óxido nitroso (N₂O) atingiram recordes em 2024. O CO₂ chegou a 423,9 partes por milhão, um aumento de 52% em relação ao período pré-industrial. Os dados reforçam a necessidade de reduzir as emissões e proteger os ecossistemas que absorvem carbono, como florestas e oceanos. Fonte: OMM.
2. Mundo precisa reduzir emissões em 55% até 2035 para seguir trajetória de 1,5 °C
O relatório Emissions Gap Report 2025, publicado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), aponta que as emissões anuais de GEE precisam cair 55% até 2035, em comparação com 2019, para alinhar o mundo a uma trajetória de aquecimento de 1,5 °C. Para a trajetória de 2 °C, a redução necessária é de 35%. O levantamento evidencia a distância entre os compromissos climáticos e os cortes necessários. Fonte: PNUMA — novembro de 2025.
3. Emissões globais crescem 2,6% e alcançam novo recorde
As emissões globais de gases de efeito estufa chegaram a 57,7 bilhões de toneladas de CO₂ equivalente em 2024, uma alta de 2,6% em relação ao ano anterior. Segundo o levantamento que integra o relatório do PNUMA de 2025, o desmatamento e a degradação florestal responderam por uma parcela expressiva desse crescimento. As emissões provenientes de combustíveis fósseis também continuaram aumentando, reforçando a necessidade de atuar simultaneamente na proteção das florestas e na transição energética. Fonte: Centro Comum de Investigação da Comissão Europeia.